Quando?
Neste momento… e nos próximos…
Onde?
Moçambique.
O quê?
Trabalho, marketing, promoção turística, cooperação internacional em turismo sustentável, viajar, sonhar, sentir…
Como?
Será contado, por aqui, ao longo do tempo…
Porquê?
Não sei… Claro que sei! Mas fica mais para mim, por agora…
Prefiro antes de tudo, partilhar um poema que me acompanha há alguns anos e me inspirará na vivência de cada (um outro) momento” neste…
…desviajar entre África e o Indico
Hoje comecei,
Mas não ri
Nem chorei.
Comecei como se começa,
Nem devagar,
Nem depressa.
Comecei como se termina,
Começar e acabar
É tudo a mesma sina.
Não é preciso ter pressa…
Vieira Calado
(Quem me está mais próximo, bem o sabe, não é?)
Não sei se terei as ganas dos espanhóis, para isto durar - acabei por ver o jogo Portugal/Espanha no Mundos (que nome para um bar… que nome para um bar onde eu estava sozinho, no meu mundo, noutro mundo, no meio de outros mundos) – não sei se durará como eu penso agora que vai durar, não sei se será “tesaneira de mijo”, não sei se me inquietarei por escrever ou não escrever… Apenas sei que iniciei… e daqui para a frente seja o que…. Se quizer!
Mas nada de streks! Sem obrigações! Sem compromissos! Sem promessas!
Afinal as amizades e, partilha das mesmas, fazem-se assim… sem nada em troca, apenas presentes (não ofertas)!
Sei que estão aí… um abraço do tamanho da distância que nos separa.
Esta página, dum mundo (pouco) global - a ser descoberta por familiares, amigos e amigos - é um desviajar, porque, é um pequeno/grande desvio para além das minhas fronteiras, nesta viagem que é acrescentar um momento ao outro… Ui!! pela1ª vez realizo que farei os meus 40! por cá… Um quarentão por terras de África - dava outro titulo!
(As reticências que se vão repetindo são talvez a marca desses momentos que não findam... mas que se vão tocando…)
E, “L’ áventure commence!” (como, sensualmente afirma a Maria de Medeiros no Pulp Fiction)
joão 29.06.10 (pela final da tarde)
1 comentário:
E o nosso amigo Vieira Calado, que me ensinou do espaço e do tempo, pois é um «velho Mestre» que muito admiro, presente por terras de África e no que somos.
Carlos Mesquita
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